quarta-feira, 22 de agosto de 2007

E se as paredes são feitas de giz?

Anhé. Comum isso né Bru? Puta embrulho estomacal na presença da criatura 2. Ma que caraleo.
Tudo bem, eu superei já. Ou não?
Tá sem criatividade pessoas, então aí vão os fatos:
Ah estou com dor de dente [dentista]
Come Come [¬¬]
Trampar [eu e Bruzoca]
Pensar [ocupou meu dia todo este último item]

Só também.
Ah eu foleando [é assim que escreve? ou assim: folhando] uma CARAS e vejo numa foto umas palavras, daí anoto mentalmente as palavras e procuro e acho uma música bem bacana, do Chico Buarque, que me levou a uma outra, que transcreverei a seguir:

Sem açucar

Todo dia ele faz diferente
Não sei se ele volta da rua
Não sei se me traz um presente
Não sei se ele fica na sua
Talvez ele chegue sentido
Quem sabe me cobre de beijos
Ou nem me desmancha o vestido
Ou nem me adivinha os desejos

Dia ímpar tem chocolate
Dia par eu vivo de brisa
Dia útil ele me bate
Dia santo ele me alisa
Longe dele eu tremo de amor
na presença dele me calo
Eu de dia sou sua flor
Eu de noite sou seu cavalo

A cerveja dele é sagrada
A vontade dele é a mais justa
A minha paixão é piada
A sua risada me assusta
Sua boca é um cadeado
E meu corpo é uma fogueira
Enquanto ele dorme pesado
Eu rolo sozinha na esteira.


Muito, "estou sofrendo na mão do meu marido" essa música, mas têm partes aproveitáveis.


Neah não?

To suss, véi.

LAna, odiosamente bem.

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